quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Resumo da aula de Filosofia – Ivo Silva nº8 10ºE


Aos dezanove dias do mês de Novembro de 2010, teve lugar na sala 22 da Escola Secundária João Silva Correia em São João da Madeira, a aula da turma E do 10º ano de Filosofia. Estiveram presentes todos os 24 alunos.
No início da aula a excelentíssima professora Diana Tavares indicou o seguinte sumário:
  • ·         Debate de ideias sobre o retorno da celebração do Dia da Filosofia;
  • ·         Compreensão dos condicionantes da acção humana;
  • ·         Leitura e análise de um texto de apoio: “ A Liberdade é uma Ilusão ”.
Depois do sumário, falamos sobre o Dia da Filosofia, onde chegamos à conclusão que na parte da manhã tudo tinha corrido melhor do que na parte da tarde pois a presença da excelentíssima professora Diana Tavares fez a diferença e depois, a excelentíssima professora Diana Tavares marcou o teste de avaliação.
Após isso, começamos a fazer revisões sobre liberdade, libertinagem e determinismo.
A liberdade é algo difícil de definir, pode-se definir de modo negativo como ausência de constrangimento e de modo positivo como a capacidade de se fazer tudo o que se quer. Libertinagem é caracterizada por um excesso de liberdade e irresponsabilidade. Determinismo diz que a acção humana é provocada por antecedentes próximos ou remotos, onde o homem é considerado uma autêntica marioneta e aparece sem vontade própria, pelo que não é considerado o autor dos seus actos.
Depois das revisões, foi proposto à aluna Eva Silva nº5 e Cristiana Silva nº3 a leitura das páginas 71, 72 e 73 do manual que correspondem aos condicionantes da acção humana. Os condicionantes da acção-humana estão subdivididos em condicionantes físico-biológicos e condicionantes histórico-culturais. Nos condicionantes físico-biológicos o homem é condicionado pela morfologia e fisiologia do seu próprio corpo. Possuir um corpo saudável e vigoroso permite desenvolver actividades que um organismo frágil é incapaz de realizar. A estrutura físico-biológica depende de uma herança que nos foi geneticamente legada pelos nossos ancestrais, a hereditariedade. A hereditariedade é o conjunto das características e comportamentos biologicamente transmitidos pelos pais à sua descendência. Nos condicionantes histórico-culturais o homem é visto como um animal social. A socialização é o modo como o indivíduo se adapta aos grupos em que se integra, o que implica a interiorização das normas sociais próprias de cada um desses grupos. Nos condicionantes histórico-culturais, o homem reflecte as condições do meio social e histórico em que nasce e desenvolve.
Após a leitura dos textos que correspondem aos condicionantes da acção humana, foi solicitada a leitura, na página 73, o texto correspondente à acção como campo de possibilidades – espaço para a liberdade do agente ao aluno José Pedro Amorim nº14 e Ivo Silva nº8. O texto mostrou-nos que o homem é limitado quanto às suas possibilidades de actuação e, sentindo-se limitado, soube criar formas de compensar a sua pequenez e inferioridade. O homem é capaz de se construir a si mesmo, “cortar os fios da marioneta”, e de construir novos mundos para habitar, é o “obreiro do mundo”.
Perto do final, foi-nos proposta por parte da professora a leitura do texto T.4 da página 77 do manual e resolução da pergunta relativa a esse texto.
Ainda antes do toque final, a professora mostrou-nos um vídeo chamado “ O Menino Selvagem”

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